Renascimento (século XV-XVI): idealização da figura humana, retorno aos idéias Greco-romanos, desenvolvimento da perspectiva, Reforma Protestante.
Barroco (século XVI-XVII): exagero de detalhes, emocional, contraste de claro-escuro na pintura, movimentos dramáticos, Contra-reforma.
Impressionismo (meados do século XIX): impressões luminosas, movimentos da natureza e humanos, trabalhos feitos ao ar livre, ponto de vista do artista, influência da máquina fotográfica.
Modernismo:
Expressionismo (início do século XX): tema negativo, linguagem simbólica, deformação das figuras.
Fovismo (início do século XX): cores fortes, intenção de chocar o público, desenho simples.
Cubismo (início do século XX): formas geométricas, faces do objeto representadas simultaneamente no mesmo plano, influência da arte em alguns países africanos.
Futurismo (início do século XX): visão positiva da tecnologia, ilusão de movimentos, representação de máquinas, originado no Cubismo, Fascismo italiano.
Abstracionismo (início do século XX): criação intencional de formas que não existem na realidade.
Dadaísmo (I Grande Guerra): ironia, reutilização de objetos do cotidiano, críticas à falta de sentido das artes, da guerra, crítica à desvalorização da vida humana.
Surrealismo: (terceira década do século XX): representação de imagens do inconsciente.
Arte Contemporânea ( a partir de 1940):
Op art: ilusões de óptica.
Pop art: EUA: elogio do capitalismo (marcas, ídolos da comunicação em massa)
Brasil: crítica à ditadura militar.
Body art: o corpo humano é o suporte da obra.
Land art: a terra, o relevo ou a cidade são os suportes para as obras.
Hiperrealismo: exagero da representação realista.
Performance: a obra depende da participação dos artistas.
Instalação: a obra ocupa um espaço tridimensional e geralmente permite a participação do público.
Grafite: intervenções nas paredes das cidades.





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